"Auto da paixão e da Alegria" mesca sagrado e profano

O Estado de São Paulo

Luis Alberto de Abreu e a Cia. de Artes e Malas-Artes dão continuidade à pesquisa de humor popular, na linha de Martins Pena e Ariano Suassuna, com a retomada de tipos como João Teité e Matias Cão

 

Fraternal cria "Evangelho Saltimbanco"

Folha de São Paulo

João Teité e Matias Cão voltam como personagens em “Auto da Paixão e da Alegria”, que estréia no teatro Paulo Eiró

O "Cristo Humano" feito por Abreu

Diario do Grande ABC - Caderno Cultura e Lazer I

Um Cristo que faz sua entrada triunfal em Jerusalém a bordo do cavalo-marinho, símbolo da cultura popular que não se rende ao merchandising tolo.

Please reload

Montagem revigora a ética cristã com o sopro da imaginação

O Estado de São Paulo

‘Auto da Paixão e Alegria’, pela Fraternal Cia. de Artes, revive episódios da ‘Bíblia’ com recursos da fantasia profana

 

Saga de migrante brasileiro em versão teatral

O Estado de São Paulo

A Cia. Fraternal retrata o exílio em solo pátrio vivido por quem abandona família e terra natal, em busca de uma vida melhor, na peça ‘Borandá’, que inicia temporada com entrada grátis no Teatro Paulo Eiró

 

Comédia lembra 10 anos da Fraternal

O Estado de São Paulo

Com a comédia épica narrativa Nau dos Loucos – Stultífera Navis, do dramaturgo Luís Alberto de Abreu e direção de Ednaldo Freire, a Fraternal Cia. de Artes e Malas-Artes comemora não só dez anos de carreira, como elege no lugar da ilustre dupla de personagens JoãoTeité e Matias Cão (O Parturião, Burundanga, O Anel de Magalão e Sacra Folia) uma inusitada parceria nórdica-indígena.

Please reload

Borandá dá seqüência ao projeto Comédia Popular Brasileira

Diário do Grande ABC - Cultura e Lazer |

Borandá dá seqüência a partir desta quinta-feira no Teatro Paulo Eiró, em São Paulo, ao projeto Comédia Popular Brasileira, criado pelo dramaturgo Luís Alberto de Abreu, de Ribeirão Pires, pelo diretor Ednaldo Freire e pela Fraternal Cia. de Arte e Malas-Artes. A peça aborda a questão do migrante – “borandá” é uma corruptela para “vamos embora andar”.

 

Auto do Migrante

Folha de São Paulo

Fraternal Cia. de Artes e Malas-Artes espelha as sagas familiares de retirantes em “Borandá”

 

Recriação original da saga da migração

O Estado de São Paulo

Em ‘Borandá’ , a Fraternal Cia.aborda o tema com bom equilíbrio entre ficção e realidade

Please reload

A Caipirice Segundo a Fraternal

Da Redação

Peça mais recente do dramaturgo Luís Alberto Abreu, de Ribeirão Pires, chega ao Paulo Eiró

Please reload