As três Graças

 

 

Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes,  As Três Graças – Uma Sátira Menipéia.  Com texto de Luis Alberto de Abreu e direção de Ednaldo Freire, o espetáculo foi construído a partir de depoimentos de mulheres e lança um olhar sobre o universo feminino. 

O espetáculo narra a história de três mulheres, cada uma delas com uma característica própria: a primeira, tem uma memória do passado que se resume a cinco lembranças; a segunda é uma tola, ludibriada por um marido bígamo; e a terceira se nega a reconhecer e aceitar as agruras da vida e sonha com um improvável reencontro com a mãe verdadeira. “Um traço comum das três histórias -- como aconteceu na maioria das entrevistas realizadas com as mulheres -- a figura masculina, seja pai ou marido, é invariavelmente ausente ou violenta, relegando a mulher à solidão e ao solitário enfrentamento das dificuldades da vida”, diz Ednaldo Freire. “Mas ao contrário do que se poderia imaginar, no entanto, essas mulheres mantêm vivas em si a crença no futuro e em suas próprias realizações e sonhos.”

 

A peça segue o tom não-trágico presente nos depoimentos. “Bastante marcado por um jogo cênico ‘pirandelliano’, o espetáculo revela o processo de sua construção dentro da sala de ensaio, misturando atores e personagens, confrontando o real dos depoimentos com a ficção, o material bruto da pesquisa retrabalhado aos olhos do público para a construção da cena”, explica Luis Alberto de Abreu. “O resultado é um espetáculo que harmoniza drama, comédia, narrativa mítica e música em uma sátira menipéia, uma miscelânea de gêneros, talvez uma das características mais fortes da cultura popular.”

 

Sinopse: O espetáculo harmoniza drama, comédia, narrativa mítica e música em uma sátira menipéia, uma miscelânea de gêneros, para narrar a história de três mulheres.

por ALEXANDRE MATE

AS  TRÊS GRAÇAS: PALAVRAS ENCENADAS E BANHADAS

EM AMBROSIA MNEMÔNICO-POÉTICA

 

            O dramaturgo suiço Friedrich Dürrenmatt (1921-1990), em uma de suas inquietantes e provocadoras falas, indaga, mais ou menos o seguinte: Se o teatro acabasse, deixasse de ser produzido a partir de hoje, quem sentiria sua falta? Responder ao importante dramaturgo, ligado esteticamente ao teatro épico, depois de assistir ao espetáculo As três graças caracteriza-se em tarefa fácil. Fácil no que diz respeito à beleza e à necessidade da arte em nossas vidas; difícil, entretanto, quando se topa com uma obra-prima. Drummond, no poema O lutador, afirma que: “(...) a palavra, esplende na curva da noite que toda me envolve.” Eu, a partir dos versos do poeta maior, diria que o teatro esplende no palco da noite que me envolve. Assim, ainda amparado neste poema, mas agora estabelecendo uma paráfrase, poderia dizer: usar palavras para comentar uma obra-prima, é luta [quase] vã. Vã porque os efeitos de beleza, decorrentes do espetáculo, permanecem plantados e em estado de vigília a assombrar, mesmo depois de descortinada e tecida a manhã.

            Uma obra-prima tem um efeito tão encantatório, de tanta e devastadora completude que qualquer tentativa de abarcá-la racionalmente parece tolo, escorregadio, aquém do objeto... As três graças, então, tentando estabelecer uma metáfora, a partir do próprio texto, cosmologiza o eu: plasmado por todos os coletivos, em direção à grande vulva. A grande vulva – como uma caverna de recolhimento e também de dispersão – na qual e da qual partem/chegam todas as mulheres do mundo, em permanente estado de diáspora, ao longo dos tempos.

            A contundente narrativa escatológica apresentada por Mahmudin (magistralmente apresentado por Aiman Hammoud), do ponto de vista conceitual – de acordo com alguns olhares desclassificatórios de certos críticos, e por intermédio do genial trabalho de Luís Alberto de Abreu – é construída pelo recurso da teiscoscopia. O conceito concerne a uma técnica épica para relato de cenas inconvenientes ou desnecessárias (pelo seu caráter escatológico), e é por meio do recurso que os três relatos das mulheres é interrompido e redirecionado cosmologicamente para e pelo feminino.

            O efeito da obra é tão encantatório que o espetáculo mergulha dentro de nós: sejamos homens e/ou mulheres; estejamos de olhos abertos ou fechados; olhando a cena iluminada ou os corredores por onde circulam os atores, entre as seis araras que limitam o espaço da encenação e as bordas da lona: delicadamente decorada com toalhinha artesanal de renda branca, pintada. Nesse corredor, em forma de “u”, cada ator, sentado e esperando sua vez, “não tem delicadeza” quando acompanha, com olhos iluminados, a cena apresentada por seus companheiros. Também fora de cena se tem um outro espetáculo.

            De Luís Alberto de Abreu muito haveria o que dizer, entretanto, em um país de inexistente ou quase nenhuma produção/guarda de documentação cultural ligada à tradição popular basta dizer que esse “cantador e poeta do mundo”, nascido em São Bernardo do Campo, amealhou o maior número de prêmios conferidos a um dramaturgo brasileiro. Em tese, duas são as linhas de pesquisa e de produção desenvolvidas por Abreu: a comédia popular, e seus arquétipos tanto nacionais como internacionais; e o trabalho com a dramaturgia épica. Por intermédio das duas linhas de pesquisa, absolutamente embricadas, em que tudo cabe para apresentar/contar uma história, afirma o autor, em funções de maestro arranjador, em entrevista a mim concedida, em janeiro de 2008: “Entre o popular e a chamada alta cultura existe uma única diferença: o rigor do popular é coletivo. Essa é uma base que pressupõe o congraçamento, emanado pelo coletivo. No coletivo cabe tudo, qualquer assunto, qualquer raça.”

            É disso que se trata, de um trabalho coletivo, com funções diferenciadas, mas sempre discutidas por um coletivo, que se formou por meio da parceria Luís Alberto de Abreu e Ednaldo Freire (diretor dos espetáculos d Cia.). A Fraternal Companhia de Artes e Malas-Artes foi fundada em 1993, mas a parceira dos dois mestres vem da década de 1960. Novamente evocando o universo poético, pode-se afirmar que ambos, tomando A tabacaria de Álvaro de Campos, podem dizer: “Damo-nos tão bem um com o outro/ na companhia de tudo/ que nunca pensamos um no outro/ mas vivemos juntos, e dois/ com um acordo íntimo/ como a mão direita e a esquerda.” Permanecem parceiros da dupla e sócios-fundadores, os grandes atores, em plena maturidade e potência de seu ofício: o já citado Aiman Hammoud, Edgar Campos e Mirtes Nogueira.

            Em As três graças, texto, música e encenação (em trabalhos impecáveis e refinados), organizam-se a partir da junção de três relatos de mulheres, entremeados por outro relato de um grupo de guerreiros (de diferentes contextos históricos), na busca cosmológica e experimental da grande vulva, cujo corifeu é Aiman Hammoud. Os cinco episódios são costurados por permanentes embates, absolutamente geniais, e metateatralizados, ao gosto da comédia popular e de criações pirandellianas. Nesse palco, espécie de platô metafísico-carnal, repleto de alusões pretéritas e ações presentes, personagens e atores: dentro e fora de cena, na ficção da cena e na ficção da vida; expulsas do palco e não aceitas na vida formam um imenso e polifônico painel humano. As personagens femininas reconstituem sua existência, em que realidade e ficção se misturam por meio de processo mnemônico. Suas memórias são mediatizadas pelo espectro compreendido entre o lembrar e o esquecer, o pessoal e o histórico, e isso trazem-nas para o centro do furacão de-si-mesmas. São relatos poéticos e muito emocionantes, apresentados por Luciana Viacava; Márcia de Oliveira, Mirtes Nogueira e Isadora Petrin (as duas últimas apresentam a mesma personagem, chamada Nástenka.)

            Antes da primeira cena, Luís Alberto de Abreu apresenta o coro masculino (que transita no âmbito do metateatro e traz à tona os problemas de todo o grupo) e o feminino (que transita com questões pessoais e traz à tona a fragilidade de sua existência) em disputa. Dessa disputa, surge o primeiro conflito: o da Graça que “que não lembra.” Luciana Viacava é a mulher que não lembra e Edgar Campos, de tão belos trabalhos, apresenta nessa criação a mais bela de todas as suas composições no teatro. A figura do pai é absolutamente pirandelliana e deslumbrante: ele não é aceito pela filha, nem pelo elenco. Trata-se de personagem rejeitada na ficção, na vida e no teatro. O segundo relato é o da Graça: “apresentada como tola”, mas que de tola não tem nada. Nessa cena, o casal Márcia de Oliveira e Fernando Paz chegam e levam ao estupor. Se se chora de emoção pelo conflito anterior entre pai e filha, nesta a emoção é pela beleza do texto, da cena, dos atores e da música, em que o casal dança um lundu provocativo sempre à distância e sem beijo na boca: é algo antológico. O relato da terceira Graça: “a que espera, a que precisa de lembrança para viver”, interpretadas pelo trabalho correto de Isadora Petrin e pela até “até então apenas comediante” Mirtes Nogueira, que espetaculariza sua personagem de emoção, apresenta os embates da mesma personagem em historicidades diferentes. À esta última cena parecem faltar pausas maiores, silêncios mais intensos, olhares mais pausados entre as “duas terceiras Graças”, que concluem a trajetória de todas as outras e tantas Graças: tão vulneráveis na aparência pelo universo masculino.

            Para completar o conjunto de atores, Márcio Castro, também recém integrado à grande Companhia, apresenta sempre corretamente suas personagens. Durante o debate ocorrido após o espetáculo, Márcio lembra, no que diz respeito ao modo como foi recebido pelo conjunto, que o nome Fraternal não é uma metáfora.

            Ednaldo Freire, desde o também surpreendente Memória das coisas, tem se enveredado pelos, digamos, expedientes do drama; assim, nesse processo, inserções musicais (cujo resultado em As três graças está impecável), trabalho com a iluminação e os desenhos de cena confluem para apresentar um dos mais importantes espetáculos do ano.

            Pelo exposto, não há dúvida de que As três graças se caracteriza em um espetáculo de fronteiras em que as fronteiras arrebentadas transbordam de beleza contaminando o espírito: um épico brasileiro como nunca dantes se viu!

 

Alexandre Mate

professor e pesquisador de teatro

(ainda encantado com o espetáculo assistido)

 por Robson Camargo

 

 

As Três Graças, sátira menipéia

do grande dramaturgo Luiz Alberto de Abreu,

encenada pelo magnífico diretor Ednaldo Freire

e pela companhia Fraternal Companhia de Artes e Malas-Artes

na sua procura eterna de momentos intensos e alegres

com a Grande Vulva,

uma hiperbólica homenagem ao

singelo e delicado universo feminino.

 

 

               A apresentação de As Três Graças é uma maravilhosa homenagem ao cômico. Não perca esses intensos momentos de homenagem ao humano, sob a forma do riso e da dor. Você vai morrer de rir ou quase, se sobreviver vá a uma outra sessão. Mais barato que qualquer analista. Uma das melhores experiências teatrais brasileiras da última década. Arte para todos os gostos. A Fraterna Companhia atinge momentos hilários, perenes, intensos ao colocar em suas malas o universo feminino tecida no contra-plano a sátira menipéia.

A sátira menipéia  é um gênero trazido a baila pelo russo Mikhail Bakhtin (1895-1975) [porque gostamos tantos dos russos?] como uma forma artística que privilegia o sério-cômico, trabalhando no terreno das ambigüidades, inspirada em Menipo, um filósofo da Escola dos Cínicos. Inspiração adequada para a dessacralização dos discursos, programa que carrega a Fraternal Companhia de Artes e Malas-Artes e seu maravilhoso dramaturgo/encenador. A base desta filosofia demolidora é que se deve despojar o discurso de todos os ornamentos e tornar a filosofia (ou o drama) acessível a todos, Machado de Assis (1839-1908) já usara estes elementos em seus escritos.

                   O central nesta forma é desmontar o discurso e os valores dominantes com sátira, cinismo, virulência e sarcasmo, assim, como em seu fundamento, propõe-se a colocar em cheque antes de mais nada as verdades estabelecidas, inclusive a deles próprias, demolindo e expondo os elementos grotescos da alma humana. Tudo que a filosofia grega compõe nestes dois mil e quinhentos anos como valores morais a serem edificados, os Cínicos querem demolir. E nada melhor que este texto espetáculo em suas distintas narrativas de Abreu/Freire para sacudir as barrigas modorrentas do teatro pós-moderno tartamudeante, que pulula em nossos palcos, revelando-se em pijama envelhecido.

                   O melhor neste espetáculo é a dramaturgia, Luís Alberto de Abreu atinge o ápice de sua escrita, demolindo discursos teatrais em seus quinze anos de participação colaborativa com esta companhia na construção da intertextualidade cênica dos produtores intérpretes-diretores, com diálogos extremamente poéticos. Dialoga com Pirandello, Brecht, Tchekhov, Gorki, Almoesdras (O Caolho), construindo uma textura sério-cômica de rica intensidade. O discurso que Abreu quer demolir é o das Três Irmãs (Tchekhov), antevendo, no universo feminino, uma floresta de valores que arde sucumbindo machucada pelos novos tempos. O discurso que Abreu quer demolir é o de Pirandello, construindo universos paralelos e personagens-atores que buscam seu discurso. E, “bufonamente”, coloca, cruzando essa narrativa, em primeiro plano, o demolidor legado patriarcal em choque com a delicada sensibilidade do feminino.

                   O melhor deste espetáculo é a sutil atuação, muito difícil na comédia e legado de grandes atores, existentes dentro do universo grotesco da sátira conquistada. Aiman Hammoud (isto é nome de ator ou de personagem?), Edgar Campos e Mirtes Nogueira fazem grandes interpretações, em seus numerosos e intensos papéis, destacando-se a capacidade de realizar a fina ironia e de oscilar vagarosamente no translado variado dos tons sérios aos cômicos, trazendo uma força interpretativa poderosa ao texto-espetáculo de Abreu/Freire.

A atuação dos novos integrantes da Fraternal também deve ser destacada. Márcia de Oliveira realiza uma participação de extraordinária graça e leveza, que consegue unir vida e arte de forma sensível e apaixonante. Luciana Viacava e Fernando Paz (lembra o maravilhoso ator Renato Dobal), atores primorosos, trazem os necessários contrapontos no discurso desta importante encenação. Isadora Petrin, com teatro correndo nas veias de seu sangue ainda jovem, e Márcio Castro consolidam o trabalho desta importante companhia. Uma escola do cômico que aprofunda suas raízes em solo nacional e deveria ser escola para as escolas existentes. Como destaque quero pontuar a imperdível cena de amor tocado entre duas flautas (Márcia de Oliveira e Fernando Paz), numa rara beleza que repercute momentos poéticos de nosso grande palhaço Piolin em suas singelas construções poéticas (como me fez lembrar Alexandre Mate).

O melhor deste espetáculo é a direção, que consegue estabelecer um equilibrado balanço entre as bucólicas graças femininas e os ativos atores, unificando o universo das histórias narradas, no drama cotidiano de seu espetáculo. As Três Graças, em todos os seus discursos e contra-discursos escritos e encenados, é cínico-desmascarador, mistura sublime e vulgar de uma politonalidade de gêneros, estilos e discursos, alguns realizados pela experiência pessoal do próprio grupo. Citações e paródias que rompem as hierarquias entre o alto e o baixo, intercalando gêneros, rompem com os parâmetros atuais, recriando um novo dinamismo na linguagem teatral que estabelece novos parâmetros, estabelecendo novos patamares em nossa grande literatura dramática.

Ergue-se assim, por demolição, uma grande peça do teatro nacional e uma poética na altura de grandes encenadores. Um dos grandes espetáculos que assisti ultimamente, junto com “Bezouro, Cordão de Ouro” de João das Neves e Paulo César Pinheiro, presenciado em São José do Rio Preto, juntos refazem e aprofundam a releitura de um teatro crítico e emocionante que corta o país.

 

 

Robson Corrêa de Camargo

18 de novembro de 2008

robson.correa.camargo@gmail.com

COMENTÁRIOS E SUGESTÕES DO PÚBLICO

“AS TRÊS GRAÇAS”

 

Adriana de Lana Novais 24 anos

Adorei o espetáculo, como todos os outros que tive a o oportunidade de assistir desta companhia. Embora todos os relatos tenham mexido comigo, o último me comoveu de sobremaneira. Parabéns por saber como relatar a vida, pois realmente a vida imita a arte e vice e versa.

 

Ana Maria Ramos 54 anos

Achei um pouco prolixa. Gostei mais do bailado do mentiroso com a ingênua.

 

Bruna Aloia 44 anos

Adorei!

 

Carlos Alberto Pereira 23 anos

Os atores são bons! Porém eu achei o roteiro tipo “A praça é nossa”, “Zorra Total”, esses programas de humor da TV. Enfim isso não me agradou. Talvez eu seja mal humorado. Ta bom, eu sei que sou chato.

PS: Muito caprichado o figurino.

 

Maria Ana Paula dos Santos Silva 20 anos

Muito bom, os atores ótimos, ótima apresentação.

 

Claudia Viana Gomes 37 anos

Os atores são maravilhosos!!!

 

Elisangela Rezende dos Santos Alcântara 29 anos

Muito Bom. Estão todos de parabéns. Obrigado por fazerem as pessoas rirem, estamos precisando disso.

 

Fábia Miguel Gianfratti 35 anos

Vocês estão de parabéns. Gostaria de receber informativos de peças teatrais.

 

Fabiano Gianfratti 33 anos

Gostaria de receber comunicado de futuras peças de teatro.

 

Flávia Gonçalves de Almeida Souza 43 anos

Foi meu psicólogo (Dr. Erick) que me sugeriu na terapia. Já posso dizer que do fundo do meu coração adoro o teatro.

 

Francisca de O. Santos 63 anos / Neusa Marques da Silva 53 anos

Ótima!

 

 

Gabriela Gomes Lima de Lucena 21 anos

Quero parabenizar os atores e dizer que a peça mexeu com a imaginação.

 

 

Samuel Alves dos Reis 39 anos

Maravilha!

 

Jair Alves Gonçalves 46 anos

Parabéns! Muito bom!

 

Jéferson Levi de Almeida 41 anos

Sugiro o grupo criar oficinas de ator/dramaturgia/canto/etc. Grato.

 

José Antonio de Souza 23 anos

Quero não somente Parabenizar o grupo pela estrutura, texto e apresentação, mas, por ter proporcionado tudo o que a vida me deu nos últimos 23 anos. Obrigado, um abraço do fã e futuro jornalista.

 

Joyce Barbosa da Silva 19 anos

Adorei!

 

Lucas de Oliveira Garcia 33 anos

Parabéns por mais este excelente trabalho que produzirá bons frutos.

 

Luciana P. Lima 31 anos

Deixar as pessoas entrarem ao chegar e não ficarem na fila.

Nos contate sempre divulgando seus espetáculos! Parabêns!

 

Maria Dagmar dos Santos 28 anos

Adorei ser de graça para melhor participação da cultura.

 

Maria Giro 45 anos

Parabéns, iluminação ótima, espaço ótimo, atores espetaculares.

 

Maria José S. Cardoso 52 anos

Exelente.

 

Maria R. Ferraz de Oliveira 56 anos

O espetáculo é muito bom. Os atores e atrizes são profissionais.

Há necessidade de a cada 1 hora pelo menos um intervalo de 10 minutos.

 

Marcelo Batista de Alcântara 34 anos/ Renata Queiroz 28 anos/ Viviane B.Silva 26 anos

Parabéns.

 

 

Reinaldo Juan Garrido Palácios Junior 24 anos

Ótimo, muito bom,  Bis.

Vão para Jaboticabal, é onde faço faculdade. Lá não há muito público, sou sincero, mas lá a cultura teatral também não é muito divulgada, alguém tem que começar.

 

Robson Carlos Moisés 34 anos

Gostei da narrativa e da visão crítica quanto a brutalidade masculina na condição equivocada da sociedade.

 

Rodrigo Calazans Oliveira 27 anos

Gostei muito! Vou voltar.

 

Simone da C. Sena 32 anos

Muito bom a peça.

 

Sueli Aparecida Martinez 54 anos

Achei a peça muito boa, ri muito, e os atores ótimos. Todos estão de parabéns. Espero poder assistir outras peças desta companhia. Obrigada pela noite agradável que passei.

 

Tânia Gomes dos Santos 44 anos

Incrível como conseguiram com poucos recursos manter a atenção da platéia. A música, a interpretação perfeita, verdadeira, a vivacidade e o humor me encantaram! Além de em alguns momentos comover-nos. Muito Bom! Vou indicar pra outras pessoas! Excelente! Obrigada!

 

 

Zélia Alessandra Rezende 25 anos

Obviamente histórias reais sempre mexem com os nossos sentimentos. Adorei, porém triste e a grande vulva foi a mais divertida e “simpática” de nos mostrar a alegria.

 

Híris Pinheiro Geryn 11 anos

Adorei os espetáculos, foram muito engraçados.

Eu acho que deviam proibir os celulares ligados ou se não, pelo menos sem som e proibir de falar ao celular nos espetáculo.

 

Midian da Costa Ferreira 27 anos

Gostaria de receber correspondências dos espetáculos que for ser apresentados.

 

Rodrigo Longue 11 anos

Parabéns, os atores são ótimos. Seu fã nº 1 Rodrigo

 

Alice dos Santos 50 anos

Sem a vulva seria ótima

 

Elisangela de Souza Santos 34 anos

Amei o Auto da paixão e da alegria

 

Robson Mariano Machado 40 anos

Muito bom! Nota 10

 

Filipe Castro Barboza 25 anos

A peça foi ótima, mas foi um pouco extensa; isso acaba cansando um pouco. Mas o tema, os personagens foram ótimos. Parabéns.

 

Rodrigo César Bertone 31 anos

Espetáculo sensível, instigante e divertido.

 

Valéria Maria M. P. Sampaio 34 anos

Gostei muito do espetáculo, apenas sugiro diminuir o tempo da peça.

 

Jacqueline Freitas Pereira de Novaes 20 anos

Parabéns a Fraternal por este espetáculo delicado e lírico! E pele pesquisa que fortalece o verdadeiro teatro brasileiro!

 

Débora S. de Alcântara 30 anos

Gostei muito, amei tudo, valeu mesmo e vou indicar para outras pessoas.

 

Gilmar Souza Correia 29 anos

Vocês estão de Parabéns. “Que a vida ilumine a arte, porque viver faz parte”.

 

Eliana Aparecida da Silva 28 anos

A arte é um dom! Vocês a têm! Adorei!

 

Ricardo Milani 30 anos

Achei a peça muito bem encenada e o tema interessante. Gostei da interação com o público, desde o aquecimento dos atores (sem que as cortinas estivessem abaixadas) e também durante a peça onde os atores eram vistos mesmo não estando em cena.

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