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  EH, TURTUVIA!  

Após fechar o ciclo dos Autos Fe
 
"Eh, Turtuvia!" dá continuidade e aprofunda a pesquisa desenvolvida pela Companhia sobre o teatro narrativo, que já rendeu vários espetáculos ao grupo, entre eles Borandá, vencedor do Prêmio o Shell 2003 na categoria Melhor Autor. A peça também encerra o ciclo dos autos, iniciado com Sacra Folia e Auto da Paixão e da Alegria.

"Eh, Turtuvia!" é uma expressão do dialeto caipira que significa perplexidade. "A peça recria o universo das antigas comunidades rurais brasileiras, com seu linguajar sonoro e imagético, seus fortes valores coletivos e sua percepção cíclica da vida", diz Luís Alberto de Abreu. "O espetáculo celebra toda uma cultura centenária em rápida e contínua decadência sob o impacto da urbanização."

No palco, quatro caboclos -- Norata, Arias, Labão e Zé Icó -- narram e interpretam personagens de uma comunidade rural dos anos 50, do século passado. "Diferente de Borandá, que foi criada a partir de relatos de migrantes vindos dos quatro cantos do País, em "Eh, Turtuvia!" as entrevistas feitas pela Fraternal forneceram informações práticas do universo pesquisado -- a cultura caipira --, mas o texto não se fundamentou nessas entrevistas", diz Abreu. "A peça foi desenvolvida como um jogo de imaginação onde o público é conclamado a criar junto com os atores o universo da cultura rural".

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